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O setor de controle de pragas urbanas no Brasil enfrenta um cenário operacional cada vez mais complexo. Com o aumento de casos de arboviroses em diversos estados e o rigor crescente da fiscalização em áreas comerciais e industriais, o Manejo Integrado de Pragas (MIP) exige um nível de precisão técnica e documental sem precedentes.
Segundo dados consolidados nos Boletins Epidemiológicos do Ministério da Saúde de 2026, estados das regiões Sudeste e Centro-Oeste registraram altas expressivas na proliferação de vetores e casos confirmados de doenças como Chikungunya e Dengue. Esse aumento de vetores sinantrópicos reflete diretamente na rotina das empresas especializadas (PCOs), que enfrentam maior demanda em clientes comerciais, industriais e alimentícios.
Para as empresas de desinsetização e desratização, o modelo tradicional baseado apenas na aplicação de químicos e relatórios manuais já não atende às exigências legais e operacionais do mercado atual.
O cumprimento das diretrizes de segurança sanitária deixou de ser uma etapa administrativa para se tornar o núcleo da operação. A Resolução RDC nº 622 da ANVISA estabelece que todo o serviço de controle de vetores e pragas urbanas precisa ser documentado de forma técnica, padronizada e rastreável, garantindo a emissão correta de Ordens de Serviço (OS) e comprovantes de execução.
Além disso, atualizações recentes como a Portaria CVS nº 3 de 2026 reforçam a obrigatoriedade do Controle Integrado de Vetores e Pragas Urbanas em cozinhas industriais e estabelecimentos alimentícios, exigindo medidas físicas, químicas e biológicas rigorosas.
Empresas que continuam utilizando processos manuais ou planilhas físicas enfrentam sérios gargalos:
Para manter a rentabilidade e garantir a conformidade sanitária diante dessa alta demanda, os gestores do setor precisam focar na modernização de seus processos:
A modernização da operação não serve apenas para economizar horas de trabalho por rota, mas para posicionar sua empresa como uma parceira estratégica e indispensável no cumprimento das normas de saúde pública.
Gráfico de capturas por tipo de praga mês a mês comparando o ano em curso com o ano anterior, linha de limite de tolerância que alerta quando a infestação ultrapassa o nível aceitável, status de capturas separado por categoria, insetos rastreiros, roedores e voadores, com os números do mês anterior e atual, setores com maior incremento ou decremento nos últimos 30 dias, e resumo completo de contratos com pontos de inspeção ativos. Tudo atualizado automaticamente, sem planilhas, sem papel e acessível em tempo real.
Se a sua operação precisa estar em conformidade com a RDC 622, a Portaria CVS nº 3 de 2026 e as auditorias AIB, BRC e SQF, o Rupipest foi construído exatamente para isso.
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